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quarta-feira, abril 6

Nós na nostalgia



"I want a fuck on the table!"

Dos tempos de Izolita. Daqui a pouco alguém aparece postando Smurfs e a Gabriela falante.

sábado, abril 2

Dia de juízo 10

Capítulo com menção honrosa ao Fábio, meu querido amigo Rush-masturbador.





Harvey, revivendo esse cadáver de blog! Esse é meu episódio favorito.

segunda-feira, setembro 27

Nunca diga não ou "o fator Panda"

Um dos maiores desafios do ser humano, em uma sociedade tão permissiva e condescendente, é a capacidade de dizer não.



Moleques funkeiros e metidos a bad boy chamam sua filha para sair na balada, em alguma boate/ringue da Barra, e o que você diz? "Nem fodendo, seu fanfarrão. Chegue mais perto e eu arranco suas bolas com meus dentes" é o que você pensa, mas acaba permitindo. Não quer ver sua filha triste e contrariada.

Outra situação semelhante, sua mulher pede o carro para fazer compras com as amigas, depois de lavar a roupa e levar os filhos na escola (qualquer semelhança a algum movimento extremista comportamental é pura coincidência verdade mesmo). Seu espírito clama, esbraveja e grita a plenos pulmões que "Porra nenhuma, carro é uma arma na mão de quem não consegue nem pilotar fogões direito", mas entrega a chave porque sabe que greve de sexo é mais preocupante do que a segurança dos pedestres.

Sem contar aquelas vezes em que seu amigo pede para você ajudá-lo com uma garota, para acompanhar a amiga dela ou apenas distrair a colega grudenta. Você entende os riscos, respira fundo, conta até 17 e pensa lá no fundo que "A mulher tem 50% de chances de ser muito gata e desesperadoramente frígida, e outros 50% de chance de ser o exato contrário". A vida é contabilizada nessas estatísticas. Mas existe algo como lei de Murphy, portanto se a menina não entrar em nenhum dos dois casos anteriores, ela terá herpes.

Todas essas situações são hipotéticas, claro, mas agora veremos uma série de registros reais e que podem agredir a moral do espectador desavisado. Calma, o comportamento mostrado a seguir é meramente fictício e a realidade é somente representada pela Desciclopédia mesmo.



Agora, depois de tão ilustrativa campanha publicitária, você seria capaz de realmente dizer não? Esses comerciais incisivos nos mostram o quanto a capacidade argumentativa do ser humano cai por terra quando entra em jogo o fator "Panda".

sexta-feira, setembro 3

Os degraus de minha carreira

Ok, desocupados povos do telhado. Se vieram até aqui, leram o último não-texto e gastaram seu tempo se divertindo not, sentem e aproveitem que aí vem mais. Não que isso seja bom. Mas lá vai, essa é minha recente história.








A começar pelo que me levou a escolher minha carreira. Para os desentendidos, eu escolhi como futuro a fome, o desemprego e o não-reconhecimento dos meus estudos formais. Pois é, as pessoas costumam chamar isso de Vagabundagem Jornalismo. Aquele mesmo... Aquele que o Presidente da República afirmou legalmente não ser algo importante, tirando o fato de que foi ele quem o levou ao poder. Afinal, mídia só é importante quando se tem ela na palma da mão. Essa foi minha primeira desilusão na carreira, mas segui perseverante e cliquei na opção de "Comunicação Social: Jornalismo" lá no sítio do vestibular.

"Tem tudo a ver com ser modelo"

Eis que minha segunda frustração veio logo após ter escolhido tal ramo: amigos, parentes e até meu cachorro, que defeca em meu sofá, concordaram em uníssono quanto à inutilidade da profissão que eu sonhava exercer. Ora bolas, quem precisa de pessoas transmitindo informação!? Abandonado e sem o apoio de meus camaradas e até do meu próprio pai (ele achou ser brincadeira quando eu disse que queria ser jornalista; nenhuma novidade, considerando que ele é engenheiro), eu tremi sobre minhas pernas por um momento. Eu sou um homem de fibra, por isso bati a poeira e me levantei para seguir em frente. Fiz vestibular, esqueci 18 anos de conteúdo inútil e passei com louvor e pompas na minha primeira opção de estabelecimento de ensino superior.


Minha terceira queda. Universidade Federal. Tente resolver algum problema, conseguir alguma informação ou descobrir que textos são necessários para a prova em um lugar dirigido por funcionários públicos, mantido por funcionários públicos e frequentado por professores argentinos, alunos franceses e recepcionistas nordestinos... Todos funcionários públicos. Imaginem comigo uma Torre de Babel. Adicione cearenses. Empregue eles pelo Estado. Estabeleça tudo isso abaixo do nono círculo do Inferno, e torne o Diabo o reitor. Ok, eu passei pelo mais difícil antes, agora era questão de me adaptar. Ou não?

Mas eu levei na malandragem. Foi duro, mas foi. Tinha que ser. Virei homenzinho e aprendi os dialetos e as manhas, enfim, acabei aprendendo a me virar. Embora o problema só estivesse começando. A quarta provação veio ao descobrir que virtualmente todas as pessoas naquele lugar eram diferentes demais, desconhecidas demais e estranhas demais. O mesmo valia para mim, sou estranho por natureza e tímido por necessidade. O que fazer quando aparentemente ninguém gosta das mesmas músicas (fora Los Hermanos, a aprovação é consensual), dos mesmos jogos (pelo visto, sou o único naquele lugar que sabe o que é "Gears of War") e das mesmas mulheres (lá já é difícil achar alguém que goste de mulheres...)!? Estava na beira do precipício, mas fiz a coisa certa: dei um passo à frente. Mandei o mundo se foder e segui em frente.

Pior não poderia ficar. Ou pelo menos, eu achava. Ok, não vou demonizar meus companheiros de carreira, todos eles são pessoas muito legais. Só foi meio complicado se virar não usando drogas ilegais, não curtindo festas malucas e choppadas e sendo um péssimo jogador de futebol. Ainda mais quando são essas coisas que te incluem socialmente. Ao menos me mantive íntegro, fiel aos meus valores! Sem maconha, nunca botando uma bola no pé e sonhando em conquistar a ruiva dos meus sonhos apenas com meus poemas e meu charme. Continuei mandando o mundo se foder, ele achou engraçado e deixou eu fazer novos amigos. Sem ruivas por enquanto, mas já é um começo.

Minha saga ainda está incompleta, portanto em um futuro remoto haverá uma continuação desse meu épico máximo. Acho que os maiores agradecimentos por eu ter sobrevivido a essa via crucis vão aos meus pais, por terem duvidado silenciosamente de mim desde o início, aos meu amigos, que me abandonaram e ainda assim eu gosto pra caralho deles (gay...) e a mim mesmo, afinal só sendo um completo idiota idealista e masoquista para resistir a tanta pancada.

"Jornalismo: revoluções entre allegros e adagios"
  
Vocês ainda vão ler minhas palavras e meus poemas por aí!
Um grande aperto de mãos para meus leitores, e um beijo demorado em minhas leitoras.

quinta-feira, fevereiro 11

Nouvelle Cinema

Ah, o cinema. Grandiosa película lapidada para nosso entreterimento, nossa reflexão ou para estimulação sexual imaginária. Graças primordialmente aos irmãos Lumiére, a popularização do cinema ergueu uma indústria multibilionária, que nos presenteou com tantas atrizes maravilhosas como Marilyn Monroe, Nana Gouvêa e... epa, acho que tem algo errado.

Acima da boa atuação, existe o esforço. Nessa arte tão intrínseca, devemos sempre valorizar aqueles trabalhos que tentaram, mesmo que não tenham conseguido muito. Às vezes, não conseguem nem um pouco. Mas, obviamente, existem aquelas atuações que foram feitas apenas para nos divertir, porque não conseguiram porra nenhuma mesmo. Liderados por Ben Stiller, Arnold Schwarznigger e os roteiristas do Adam Sandler, esse movimento trash é digno de grandissíssima... pena. Confiram:















Oscar eu não sei, mas aposto que esses atores ganham um Nobel da Paz facim, facim. Até o Obama ganhou...

sexta-feira, janeiro 15

Pegue seu banquinho...

... e saia de mansinho, antes que esse muleque de 5 anos enfie uma baqueta no seu rabo.




Pronto, resolvido o problema de bateira da Cotimonera. Chuta o Bruno e põe o muleque.

quarta-feira, março 25

Arte Mexicana


Eu não tenho nada pessoal contra o México...mas ao ver essa porcaria que eles chamam de escultura eu fiquei bem decepcionado.

Globo.com:
As esculturas, como é natural na obras da mexicana, aproveitam carrocerias e rodas de carros velhos, como em 'Escalando milho', exposta no centro histórico da capital.

Escultura é o escambal...vai comer um burrito...

PS: olha o esse trambolho de vestido do lado do carro...pior que ela só essa escultura nojenta mesmo...

sexta-feira, março 20

Pobre Chapolim

Interrompo nossa saga do telhado para falar de outro assunto.Em tempos de desespero até os heróis mais intrépidos e destemidos se encontram no lamaçal financeiro.Quero ver Obama concertar essa merda...

quinta-feira, março 19

Observatório do telhado

Mais um dia em nossa missão. Ao início da alvorada nos deparamos com uma criatura macabra e pestilenta. Este espécime é de hábitos um tanto quanto peculiares... Após horas de observação vejo que é um tipo de híbrido da raça, algo entre macho e fêmea, além disso aparenta sentir atração pelos dois sexos... Uma anomalia de fato... Deixo aqui minhas anotações.

quarta-feira, março 18

Viva la resistência!


O povo do telhado finalmente tem um símbolo da luta contra seu principal inimigo e invasor de seus espaços. Projeto de grupo de arte australiano retrata um povo do telhado defecando em um maldito pombo. A escultura leva o título de "I heard they're dirty". Para mais informações, acesse G1.globo.com.

Um povo pensante


O povo do telhado possui uma cultura superior. Ele lê Neruda, ouve Iron Maiden e tem um QI acima de 200. Por isso é incapaz de apreciar a arte como um ser comum.

terça-feira, março 17

Bla

Hoje começa a nossa cruzada do telhado!
O primeiro post, um memorial que deve ser observado atentamente.
Uma foto, um homem, um povo.
Aonde nos levará este maldito site?